//Dizer: «Jesus deu a sua vida pelo mundo» é verdade, mas é mais bonito afirmar: «Jesus deu a sua vida por mim!».

Dizer: «Jesus deu a sua vida pelo mundo» é verdade, mas é mais bonito afirmar: «Jesus deu a sua vida por mim!».

Neste último domingo do ano litúrgico, celebramos a solenidade de Cristo Rei do universo.
Quando se revelou Jesus como Rei? No evento da Cruz!

NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO

Solenidade

Neste último domingo do ano litúrgico, celebramos a solenidade de Cristo Rei do universo.

Quando se revelou Jesus como Rei? No evento da Cruz!

Quem contempla a Cruz de Cristo não pode deixar de ver a surpreendente gratuitidade do amor. Um de vós pode dizer: «Mas Padre, isto foi um fracasso!».

É precisamente na falência do pecado — o pecado é um fracasso — na falência das ambições humanas que há o triunfo da Cruz, a gratuitidade do amor.

No fracasso da Cruz vê-se o amor, o amor que é gratuito, que Jesus nos oferece. Para o cristão, falar de poder e de força significa fazer referência ao poder da Cruz e à força do amor de Jesus: um amor que permanece firme e íntegro, inclusive diante da rejeição, e que se manifesta como o cumprimento de uma vida dedicada na oferta total de si a favor da humanidade.

No Calvário, os transeuntes e os chefes zombam de Jesus crucificado, e lançam-lhe o desafio:

«Salva-te a ti mesmo, desce da Cruz!». « Salva-te a ti mesmo!».

No entanto, paradoxalmente, a verdade de Jesus é aquela que, em tom de escárnio, lhe lançam os seus adversários:

«Não consegue salvar-se a si mesmo!».

Se Jesus tivesse descido da Cruz, teria cedido à tentação do príncipe deste mundo; ao contrário, Ele não pode salvar-se a si mesmo precisamente para poder salvar os outros, porque entregou a sua vida por nós, por cada um de nós.

Dizer: «Jesus deu a sua vida pelo mundo» é verdade, mas é mais bonito afirmar: «Jesus deu a sua vida por mim!».

E hoje, cada um de nós diga no seu coração:

«Ele deu a sua vida por mim!», para poder salvar cada um de nós dos nossos pecados».

E quem compreendeu isto? Quem o entendeu bem foi um dos malfeitores crucificados juntamente com Ele, chamado o «bom ladrão», que o suplica: «Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu Reino!».

Contemplemos a Cruz de Jesus, olhemos para o bom ladrão e repitamos todos juntos aquilo que o bom ladrão disse:

«Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu Reino!».

PAPA FRANCISCO

By |2018-11-29T10:53:08+00:00Novembro 22nd, 2018|Uncategorized|0 Comments