Neste ultimo Domingo do ano Litúrgico, celebramos a Solenidade de Cristo, Rei do Universo.

Quando se revelou Jesus como Rei?  No evento da Cruz!

Quem contempla a  Cruz de Cristo não pode deixar de ver a surpreendente gratuitidade do amor. Um de vós pode dizer: « Mas Padre, isto foi um fracasso!».

É precisamente na falência do pecado – o pecado é um fracasso – na falência das ambições humanas que há o triunfo da Cruz, a gratuitidade do amor.

No fracasso da Cruz vê-se o amor, o amor que é gratuito, que Jesus nos oferece. Para o cristão, falar de poder e de força significa fazer referência ao poder da Cruz e à força do amor de Jesus: um amor que permanece firme e integro, inclusive diante da rejeição, e que se manifesta como o cumprimento de uma vida dedicada na oferta total de si a favor da humanidade.

Dizer: «Jesus deu a sua vida pelo mundo» é verdade, mas é mais bonito afirmar: «Jesus deu a sua vida por mim

E hoje, cada um de nós diga no seu coração:

«Ele deu a sua vida por mim!», para poder salvar cada um de nós dos nossos pecados.

E quem compreendeu isto? Quem o entendeu bem foi um dos malfeitores crucificados juntamente com Ele, chamado o «bom ladrão», que o suplica: «Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu Reino

Contemplemos a Cruz de Jesus, olhemos para o bom ladrão e repitamos todos juntos aquilo que o «bom ladrão» disse:

«Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu Reino